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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

 

 

 

O homem, os animais e os vegetais são reserva da carga genética selecionada através de mutações em seus ancestrais por milhares de anos. Enquanto forem preservadas as condições ambientais, a vida tem condições de continuar.

À medida que o conhecimento humano se desenvolve em função de novas descobertas científicas, a consciência ecológica universal desperta para o perigo do desenvolvimento tecnológico em desarmonia com a natureza, com aumento significativo de adeptos da proteção à natureza.

A natureza levou milhões de anos para estabelecer leis que regem seu equilíbrio. No entanto, o ser humano, resultado mais recente e superior dessas leis, graças à sua inventividade, descobriram instrumentos extremamente perigosos a esse equilíbrio, se bem que também desenvolveu outros que o protegem, mas em menor quantidade.

No entanto nem sempre a inteligência humana teve a prudência de protegê-la. Houve momentos na história que a consciência ecológica era menor, O resultado foi a extinção ou a colocação à sua beira de diversas espécies animais e vegetais.

A degradação ambiental causada pelo uso impróprio ou pelo simples uso de agrotóxicos e fertilizantes, práticas inadequadas de produção e manejo dos solos e de equipamentos que causam danos, às vezes irreparáveis, aos recursos naturais, está cada vez mais despertando a consciência ecológica do homem em nível mundial.

O ser humano sabe hoje que a permanência da vida no planeta, em quantidade e qualidade, depende muito de sua ação sobre a natureza. A ciência prevê que o sol, fonte da vida na terra, ainda brilhará pelos próximos 4 milhões de anos, quando se apagará em definitivo e com ele apagará a vida da Terra. A decisão está, portanto, nas mãos do homem e em sua consciência.

É necessário que se compreenda que o mesmo mineral que pertenceu à rocha passou a pertencer ao solo, à água, às plantas, ao tecido animal e vegetal e, retornado ao solo, reinicia o ciclo. Isto confirma que, ao menos materialmente, o homem é fruto do solo e a ele retornará para reiniciar um novo ciclo.

A conservação dos recursos naturais, a preservação do meio ambiente e seu uso de modo a não destruir sua estabilidade, dependem de consciência, organização e da ação de todos os seres humanos, através de um trabalho solidário, racional e participativo.

A biodiversidade, a qualidade de vida e sua perpetuidade estão cada vez mais na dependência da ação humana.

Conseguir na escola com que a aluno compreenda todo esse processo e comece a participar ativamente dele é o fundamental.

Educação ambiental é demorada e gradativa, exigindo paciência e persistência para se conseguir resultados participativos. No entanto ela será mais rápida se se colocar seus conceitos de maneira prática, onde ele participe ativamente e descubra por si mesmo a importância do meio-ambiente.

Deve-se mostrar a ele como aproveitar os recurso que a natureza colocou à disposição do homem para conservá-la e enriquecê-la. Como evitar ações que possam prejudicar seu equilíbrio.

Para tanto é necessário que o aluno tenha uma visão abrangente dos processos naturais e, melhor ainda, que ele os descubra de forma prática e divertida.

Isso é possível se fazer com, por exemplo, um minhocário, uma horta onde ele possa observar as conseqüências derivadas de um solo rico em nutrientes em comparação a um pobre.

Deve se conscientizar de que a natureza é a maior farmácia que existe e que os medicamentos alopáticos nada mais são que descendentes industrializados de princípios ativos descobertos em plantas.

Assim se fazendo estar-se-á não só os conscientizando para um problema existente, mas também formando defensores da natureza, que também serão reprodutores de idéias e ações em sua defesa.

 


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